Na teologia, a adoração recebida por Jesus em Mateus 14:33 ("...os que estavam no barco o adoraram, dizendo: És verdadeiramente o Filho de Deus") e Mateus 28:9 ("E, indo elas... Jesus foi ao seu encontro... e adoraram-no") é um forte evidência de que Jesus é o próprio Deus manifestado em carne, não uma segunda pessoa distinta da Divindade.
Resumo da Perspectiva
- Deus Único: A teologia afirma que há um único Deus (monoteísmo estrito), o Pai, que se manifestou na carne como Jesus.
- Adoração Exclusiva: Como a Bíblia ordena adorar somente a Deus, o fato de Jesus aceitar adoração — em vez de repreender, como anjos e homens piedosos fazem (Ap 22:9) — confirma sua natureza divina.
- Reconhecimento como Filho: Quando os discípulos adoram Jesus como "Filho de Deus" (Mt 14:33), no contexto unicista, eles estão reconhecendo Deus Pai habitando na humanidade (o Filho) de Jesus.
- Adoração Pós-Ressurreição: Em Mt 28:9, após a ressurreição, a adoração reafirma que Jesus é o Todo-Poderoso, que tem toda a autoridade nos céus e na terra (Mt 28:18), não um ser subordinado.
- Adoração de Coração: A adoração a Jesus não é apenas um gesto de obediência, mas um reconhecimento de que "nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Cl 2:9).
Em resumo, Mateus 14:33 e 28:9 demonstram que Jesus recebe adoração por ser a manifestação plena de Deus Pai, e não uma entidade separada do Pai.

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